terça-feira, 20 de março de 2012
As baleias francas
As baleias-francas são mamíferos marinhos pertencentes à família Balenidae. Distinguem-se das outras baleias por apresentarem o corpo totalmente negro, à excepção de uma mancha branca na barriga e por apresentar verrugas (calosidades) de um amarelo desmaiado na cabeça.
By: Mª Leticia
As belugas
A beluga ou baleia-branca (Delphinapterus leucas) é um mamífero cetáceo da família Monodontidae. O seu parente mais próximo no grupo dos cetáceos é o narval. A baleia branca habita as águas frias em torno do círculo polar ártico.
São caçadores oportunistas, e comem uma grande variedade de peixes, lulas, crustáceos e polvos.
A baleia-branca é um animal gregário que mede até 5 metros de comprimento e pesa até 1,5 toneladas. Tem entre 8 a 10 dentes em cada maxilar.
Esse belo exemplar de animal é capaz de conviver com humanos e mesmo assimilar seus hábitos se adotado ainda filhote.
By: Mª Leticia
sábado, 3 de março de 2012
A Inteligência das Baleias
As baleias e os demais cetáceos são dotados de inteligência?
Esta pergunta há muito tempo vem desafiando os zoólogos que estudam o modo de vida destes animais. Alguns supõem que certas espécies são capazes de raciocinar como os homens, enquanto outros acham que, nesse aspecto, elas são superiores aos humanos. Há ainda quem afirme que as baleias são menos inteligente que os cães. Seja como for, apesar da grande quantidade de dados colectados pelos pesquisadores, não se conseguir definir com segurança o tipo de comportamento desses habitantes marinhos. Esse impasse torna-se mais complexo, quando se observam certas características físicas das baleias.
O cachalote, por exemplo, tem um cérebro maior do que qualquer outro animal terrestre, chegando a pesar 9 quilos – quatro vezes mais do que o maior cérebro humano. Isso leva a uma outra pergunta, que cabe aos naturalistas responder: qual a relação existente entre o tamanho do cérebro dessas espécie de baleia e a sua capacidade de pensar? Essa questão pode ser analisada fazendo-se uma comparação com o cérebro humano, cujo tamanho não corresponde proporcionalmente ao grau de inteligência que as pessoas revelam. Assim, um individuo considerado génio necessariamente não tem um cérebro maior do que os demais. Por analogia, conclui-se que a dimensão colossal do cérebro das baleias nãos significa que elas tenham uma capacidade de pensar superior à de todos os outros animais, inclusive o Homem, apesar de todas as suas criações.
Além disso, a estrutura do cérebro das baleias apresenta também algumas particularidades que reforçam a suposição de que elas têm um elevado grau de inteligência. A parte frontal do seu cérebro – que no Homem está ligada à elaboração dos pensamentos – é muito desenvolvida e dispões de uma extraordinária quantidade de células, maior do que a encontrada no cérebro humano.
Apesar dessas características incomuns – que dão aos cetáceos um lugar de destaque no reino animal –, não existe ainda uma explicação definitiva, e aceite pelo conjunto dos cientistas, sobre a natureza da “inteligência” desses integrantes da fauna marinha.
Lorenna Soares
Moby Dick
Moby Dick é um romance do autor americano Herman Melville. O nome da obra é o do cachalote enfurecido, de cor branca, que havendo sido ferido várias vezes por baleeiros, conseguiu destrui-los todos. Originalmente foi publicado em três fascículos com o título de Moby-Dick ou A Baleia em Londres em 1851, e ainda no mesmo ano em Nova York em edição integral. O livro foi revolucionário para a época, com descrições intricadas e imaginativas das aventuras do narrador - Ismael, suas reflexões pessoais, e grandes trechos de não-ficção, sobre variados assuntos, como baleias, métodos de caça a elas, arpões, a cor branca (de Moby Dick), detalhes sobre as embarcações e funcionamentos, armazenamento de produtos extraídos das baleias.
Os detalhes contados com o realismo e propriedade de um escritor que viveu em barcos baleeiros, são capazes de transportar o leitor ao ambiente descrito e suas sensações.
O romance foi inspirado no naufrágio do navio Essex, comandado pelo capitão George Pollard, quando este foi atingido por uma baleia e afundou[1]
Curiosidade sobre as Baleias
As Baleias dormem?
Acredita-se que as Baleias realizam períodos de descanso durante o dia ou durante a noite. Não é um período longo e contínuo, como no caso dos seres humanos. São períodos em que as Baleias reduzem todas as suas atividades e permanecem descansando próximo à superfície da água. A respiração torna-se bem pausada e os batimentos do coração diminuem. Em algumas Baleias estudadas em cativeiro, foi observado que, durante um período de descanso, as espécies estudadas chegavam a apresentar actividade em apenas um dos dois hemisférios cerebrais. Em outro período de descanso, era utilizado o outro, havendo um revezamento entre os dois hemisférios.
Acredita-se que as Baleias realizam períodos de descanso durante o dia ou durante a noite. Não é um período longo e contínuo, como no caso dos seres humanos. São períodos em que as Baleias reduzem todas as suas atividades e permanecem descansando próximo à superfície da água. A respiração torna-se bem pausada e os batimentos do coração diminuem. Em algumas Baleias estudadas em cativeiro, foi observado que, durante um período de descanso, as espécies estudadas chegavam a apresentar actividade em apenas um dos dois hemisférios cerebrais. Em outro período de descanso, era utilizado o outro, havendo um revezamento entre os dois hemisférios.
Porque é que às vezes as Baleias ficam com a barbatana caudal fora de água?
Em regiões de procriação, muitas vezes as fêmeas fazem isso para que os machos não copulem. Em alguns casos, os machos de baleias-jubarte colocam-se numa posição inclinada - com a cabeça no fundo e a calda exposta na superfície - quando eles estão emitindo seus repertórios sonoros. Isso pode ocorrer também quando as baleias vão mergulhar a grandes profundidades. Já as batidas da barbatana caudal na água podem servir para a comunicação entre indivíduos de um mesmo grupo, para atordoar presas e também para se livrar de alguma irritação.
* O mais alto som já emitido por um ser vivo foi medido em 188 decibéis, por uma Baleia Azul.
* A mais pesada Baleia Azul foi capturada em 1947, com 109 toneladas, e, a mais comprida, encalhou em 1909, com 33.5 m.
* A Baleia Azul pode atingir a velocidade de 37 km / h, e a Baleia mais rápida, chega a uma velocidade de 65 km / h.
* Golfinhos e Botos podem ficar até 15 minutos sob a água, e a Baleia conhecida como Cachalote até 90 minutos em média, sendo que o mais longo período já registrado foi de 2 horas e 18 minutos, no sudoeste do Caribe, em 11 de novembro de 1983.
* O mais longo som do reino animal é o do macho da espécie Baleia Corcunda que chega a 30 minutos. É uma canção para o cortejo.
* Uma Sperm Whale mergulhou até 2000m em 1991.
* Nenhum outro mamífero pode ir a tal profundidade, e estima-se que as Sperm Whales possam chegar a 3000 m.
* É de uma Baleia Corcunda a incrível marca da maior migração de um mamífero, já registrada. Em menos de 5 meses, o mesmo animal foi visto na antártica e depois na costa da Colômbia. A menor distância entre esses 2 pontos é de 8.300 km.
Lorenna Soares
Para nós conhecer melhor
Tudo isso veio a partir, de um professor nosso de Português, que estava lendo a história de Moby Dick, ai nós interessamos pela história, fomos atras de mais informações, e nós resolvemos fazer um blog, para podemos publicar o maximo de coisa que sabemos sobre as Baleias.
Participantes: Lorenna, Mª Cecilia, Mª Letícia e Weruska.
Participantes: Lorenna, Mª Cecilia, Mª Letícia e Weruska.
Baleia - O que são?
Designação genérica atribuída a várias espécies de mamíferos marinhos pertencentes à ordem Cetacea, que também inclui os golfinhos e os botos. Os cetáceos são os únicos mamíferos que se adaptaram a uma vida exclusivamente aquática, apresentando os membros anteriores transformados em barbatanas e sem vestígios externos visíveis dos membros posteriores. Têm uma barbatana caudal horizontal.
A ordem Cetacea está dividida em duas subordens: cetáceos com dentes (Odontoceti) e cetáceos com barbas (Mysticeti). Os cetáceos com dentes (sessenta e seis espécies) são predadores, alimentando-se de peixe, lulas e outros animais. Incluem-se neste grupo os golfinhos e os botos, bem como os cachalotes, cujo tamanho é muito superior ao das espécies antes referidas.
Baleia-Cinzenta - Eschrichtius robustus

O termo baleia é utilizado para os cetáceos da subordem Mysticeti, representada por animais de grandes dimensões, apesar de alguns odontocetos serem designados por baleias, como as baleias-de-bico, pertencentes à superfamília Ziphioidea. As barbas dos misticetos são placas córneas franjadas que se prolongam para baixo do maxilar superior. Estas barbas filtram a água a fim de obter alimento, que é principalmente constituído por plâncton. Entre as espécies de baleias com barbas incluem-se a baleia-comum ou rorqual-comum, a baleia-branca-boreal e a baleia-azul, sendo esta última o maior animal que alguma vez existiu na Terra, podendo atingir 30 metros de comprimento.
Quando vêm à superfície para respirar, o ar quente que expiram através do espiráculo (com duas aberturas), localizado na parte superior da cabeça, condensa-se, formando um «jacto». As baleias são animais inteligentes, com um sistema de comunicação complexo, de que os «cantos» dos jubartes, ou baleias-de-bossa, são exemplo. Apresentam uma distribuição mundial.
As baleias são caçadas desde tempos remotos (ver caça à baleia); actualmente, a maior parte apresenta o estatuto de espécie vulnerável ou, como é o caso da baleia-azul e da baleia-branca ou baleia-basca, em perigo de extinção, apresentando os restantes misticetos o estatuto de espécie insuficientemente conhecida.
As baleias perderam quase totalmente a cobertura pilosa característica dos outros mamíferos, que permanece, no entanto, em certas zonas da cabeça dos animais jovens e dos animais adultos de algumas espécies. Abaixo da pele encontra-se uma espessa camada de gordura. A propulsão através da água é conferida pelos movimentos da barbatana caudal. Nasce, normalmente, uma única cria de cada vez, o que se verifica após um período de gestação de 10 a 12 meses.
Espécies de Baleias
A subordem Mysticeti compreende dez espécies, que são classificadas em quatro famílias: Balaenidae, Neobalaenidae, Eschrichtiidae e Balaenopteridae.
As espécies da família Balaenidae apresentam uma enorme cabeça, que atinge mais de um terço do seu comprimento total. A baleia franca, Eubalaena glacialis, com apenas algumas centenas de exemplares, encontra-se praticamente extinta. A baleia-azul, Balaenoptera musculus, pode atingir cerca de 30 m de comprimento e pesar mais de 160 toneladas. Alimenta-se quase exclusivamente de krill.
A subordem Archaeoceti, é conhecida apenas a partir do registo fóssil. Paleontólogos dos EUA e do Paquistão descobriram, em 1993, um fóssil de uma baleia com patas. Este fóssil, designado por Ambulocetus, tem cerca de 50 milhões de anos e o tamanho aproximado do de um leão-marinho macho. Era capaz de se deslocar em terra mas passava a maior parte do tempo na água.
A subordem Mysticeti compreende dez espécies, que são classificadas em quatro famílias: Balaenidae, Neobalaenidae, Eschrichtiidae e Balaenopteridae.
As espécies da família Balaenidae apresentam uma enorme cabeça, que atinge mais de um terço do seu comprimento total. A baleia franca, Eubalaena glacialis, com apenas algumas centenas de exemplares, encontra-se praticamente extinta. A baleia-azul, Balaenoptera musculus, pode atingir cerca de 30 m de comprimento e pesar mais de 160 toneladas. Alimenta-se quase exclusivamente de krill.
A subordem Archaeoceti, é conhecida apenas a partir do registo fóssil. Paleontólogos dos EUA e do Paquistão descobriram, em 1993, um fóssil de uma baleia com patas. Este fóssil, designado por Ambulocetus, tem cerca de 50 milhões de anos e o tamanho aproximado do de um leão-marinho macho. Era capaz de se deslocar em terra mas passava a maior parte do tempo na água.
Baleia-Azul - Balaenoptera musculus

Perigo de extinção
Aliado ao problema da caça, as baleias correm novo risco, com o aumento da poluição. Em Julho de 2001, na reunião anual da Comissão Baleeira Internacional, o Japão e a Noruega tentaram levantar a proibição de caça à baleia, contrariamente à Austrália e à Nova Zelândia que propuseram a formação de um santuário para as baleias, no Pacífico Sul - uma proposta que foi recusada, constituindo a primeira derrota desta reunião.
Já existem dois santuários de baleias: no Oceano Índico, desde 1979 e no Oceano Antárctico, desde 1994.
No meio dos interesses económicos surge assim o risco da poluição que ameaça a sobrevivência de muitas espécies. O Fundo Mundial para a Natureza afirmou que sete das 13 espécies correm risco de extinção, ao serem confrontadas com o ataque dos efluentes químicos e dos pesticidas que são lançados ao mar.
As substâncias poluentes fixam-se na gordura dos cetáceos e, posteriormente, no leite materno que alimenta os baleotes. Mais tarde, provocam ainda disfuncionamentos nos sistemas imunitário, nervoso e reprodutivo.
Entre a ameça da poluição, contam-se ainda as colisões com os barcos, as redes de pesca, a exploração do gás e do petróleo em off-shore nas zonas de alimentação, a degradação dos habitats e a mudança climática.
Apesar da interdicção à sua caça desde 1986, todos os anos, mil baleias são mortas. Depois disso, foram mortas oficialmente 21 573 baleias.
O Fundo Mundial para a Natureza encoraja a «observação das baleias». Em 2000, nove milhões de pessoas em 87 países dedicaram-se a este tipo de observação, gerando um lucro global de um milhão de dólares, o dobro da quantia obtida seis anos antes. Um estudo mostrou que esta actividade daria mais lucros à economia islandesa do que uma eventual retoma da caça comercial.
Aliado ao problema da caça, as baleias correm novo risco, com o aumento da poluição. Em Julho de 2001, na reunião anual da Comissão Baleeira Internacional, o Japão e a Noruega tentaram levantar a proibição de caça à baleia, contrariamente à Austrália e à Nova Zelândia que propuseram a formação de um santuário para as baleias, no Pacífico Sul - uma proposta que foi recusada, constituindo a primeira derrota desta reunião.
Já existem dois santuários de baleias: no Oceano Índico, desde 1979 e no Oceano Antárctico, desde 1994.
No meio dos interesses económicos surge assim o risco da poluição que ameaça a sobrevivência de muitas espécies. O Fundo Mundial para a Natureza afirmou que sete das 13 espécies correm risco de extinção, ao serem confrontadas com o ataque dos efluentes químicos e dos pesticidas que são lançados ao mar.
As substâncias poluentes fixam-se na gordura dos cetáceos e, posteriormente, no leite materno que alimenta os baleotes. Mais tarde, provocam ainda disfuncionamentos nos sistemas imunitário, nervoso e reprodutivo.
Entre a ameça da poluição, contam-se ainda as colisões com os barcos, as redes de pesca, a exploração do gás e do petróleo em off-shore nas zonas de alimentação, a degradação dos habitats e a mudança climática.
Apesar da interdicção à sua caça desde 1986, todos os anos, mil baleias são mortas. Depois disso, foram mortas oficialmente 21 573 baleias.
O Fundo Mundial para a Natureza encoraja a «observação das baleias». Em 2000, nove milhões de pessoas em 87 países dedicaram-se a este tipo de observação, gerando um lucro global de um milhão de dólares, o dobro da quantia obtida seis anos antes. Um estudo mostrou que esta actividade daria mais lucros à economia islandesa do que uma eventual retoma da caça comercial.
Baleia-Comum - Balaenoptera physalus

Longevidade
Assim como diversos outros aspectos de sua história natural, a idade que podem atingir as grandes baleias é ainda uma incógnita. Muito do que se sabe a respeito da idade que podem atingir as baleias provém de exames dos cadáveres de animais vitimados pela matança comercial no século XX; estima-se que o plug de cera existente no ouvido das baleias, pelo número de camadas de deposição, possa indicar a idade de seu portador, mas esse plug só pode ser removido de animais mortos.
Calcula-se que alguns misticetos, como as baleias azuis e fin, possam atingir mais de 80 anos de idade; as baleias francas, de 60 a 80 anos; e as jubartes mais de 50 anos. É preciso reiterar que nosso conhecimento a respeito é muito fragmentário e que, possivelmente, as grandes baleias devam regular em idades máximas e atingir longevidade muito semelhante, senão superior, à humana .
Cachalote - Physeter macrocephalus

Lorenna Soares
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